Escrever.
Escrever é apaixonante. Tão bom, aliviante e confortante.
É como expulsar algo ruim, colocar pra fora sentimentos negativos e capturar positivos. É como um vício saudável e quase indescritível, por sorte e azar.
Sorte dos poetas, dos contadores das mais variadas histórias. Há tesão no registro do que se vê, do que se sente, do que se ouve, do que se toca.
Escrever requer sentidos apurados para capturar o cheiro da comida descrita, ouvir a música cantada pelo personagem, ver a beleza de um cenário ou tatear a pele suave de alguém.
Traduz azar, não raramente; pois, invoca a dor e aflição da imaginação de quem liberta as palavras.
Escrever é algo metafísico, influenciado pela alma. É a sorte e o bem de todos que leem as nuances caligráficas da imaginação inquieta.

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